“Olhando para janeiro, a tendência é de um início de ano mais cauteloso, com maior volatilidade”, diz Bruno Corano, CEO da Corano Capital, para quem o mercado estará muito atento aos dados de inflação, às sinalizações do Copom e do Fed, bem como ao fluxo estrangeiro. “Se o cenário de juros continuar caminhando na direção certa, o viés segue construtivo”, acrescenta. Ele considera que o mês de dezembro foi como uma “pausa para ajuste”. “O pano de fundo para 2026 ainda é positivo para o primeiro semestre, até que a gente se aproxime das eleições”, observa.